Que tenhamos um amor. Não precisamos ser metades; podemos ser inteiros a procura de outros inteiros que resulte num número completo - ou até mesmo as ditas metades (que seja) -, mas que tenhamos um amor. Um amor que transborde no orgulho ao falar do outro, que seja notável no olhar e no jeito como trata-se o 'amorzinho', que tenha particularidades e segredinho e piadinhas secretas, regado de carinho, admiração e reciprocidade... Que seja agradável aos olhos, ao coração e a alma. Principalmente ao coração.
